Perguntas Frequentes

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Encontre respostas sobre as dúvidas mais frequentes e
descubra porque a Mutual.Life é a evolução dos seguros.

Não. A Mutual.Life não é uma seguradora, e sim uma empresa que, utilizando tecnologia, fornece uma plataforma para que pessoas que se conhecem, e tem perfis de risco parecidos, se associem, formando grupos de ajuda mútua, cotizando seus riscos e rateando eventuais prejuízos entre si.

Embora esse princípio lembre a origem das Empresas de Seguro, a Mutual.Life em si não recebe “prêmios”, não oferece garantias e nem paga indenizações. Todas as receitas da Mutual.Life advém apenas de taxas administrativas pelo uso da plataforma.

Assim, grupos de ajuda mútua para proteção de bens móveis e imóveis, vida, funeral, saúde, auxílio desemprego e outros, são todos possíveis através da Mutual.Life. Mas é importante entender que ajuda mútua é algo mais flexível, menos burocrático e mais barato que um seguro tradicional, porém oferece um tipo totalmente distinto de proteção, com suas próprias limitações e riscos. Avalie se o que melhor atende às suas necessidades é um seguro ou um grupo de ajuda mútua.

O custo de uma proteção é o mais justo e enxuto possível, ou seja, é o custo total dos prejuízos que efetivamente aconteceram, rateado pelos participantes, de forma justa, proporcional ao valor protegido de cada um e ao seu próprio score de risco, acrescido de uma pequena taxa administrativa.

Numa empresa de seguros tradicional, além dos custos com as indenizações, cerca de 20% do faturamento das seguradoras vai para despesas administrativas e mais 20% vai para as comissões dos corretores de seguro, o que por si só já representa um grande potencial de economia.

Além disso, no seguro convencional, ainda que você seja muito cuidadoso com o seu bem, você sempre estará pagando parte da conta de quem não é tão cuidadoso. Já na Mutual.Life, você pode escolher pessoas de perfil de risco mais próximo e formar o seu próprio grupo de proteção mútua, diminuindo ainda mais os custos com rateios. Logo, o custo médio tende a ser sempre mais barato que uma apólice de seguro, mas, em última instância, depende da performance do seu grupo.

Você precisa ser convidado por alguém que já faça parte de um grupo e, principalmente, que conheça e confie em você. Somente via convite você pode fazer parte de um grupo na Mutual.Life. Além disso, você pode iniciar o seu próprio grupo juntando uma quantidade mínima de pessoas. Vale destacar que cada grupo tem um objetivo específico. Por exemplo, podemos ter grupos para proteção de smartphone, de moto para motoboys, grupos que cobrem apenas concertos, outros que cobrem também roubo e furto, de vida para quem pratica esportes radicais, como voo livre, e assim por diante.

É claro que alguns desses grupos são muito mais arriscados do que outros, e a confiança mútua não resolve o problema do risco, logo, grupos com maior perfil de risco irão, historicamente, gerar mais prejuízos, e ficarão mais caros para cada participante. Não há mágica aqui, e sim uma relação mais enxuta, simétrica e justa para todos. Vale destacar que, se o risco é alto e os produtos de seguro não atendem, esse é mais um motivo para buscar alternativas para diluir os riscos e ter mais segurança, e esse é mais um benefício da Mutual.Life, que permite que grupos com perfis de risco, que não são sequer admitidos pelas seguradoras, venham a ser formados, viabilizando modelos de proteção que façam sentido ao grupo.

O tamanho de um grupo pode variar bastante, mas nunca pode ser muito grande, sob pena de descaracterizar a natureza mais pessoal e de confiança da relação entre seus participantes, um aspecto importante para diminuir a assimetria da informação entre os participantes. Um grupo ideal é um grupo de cerca de 50 pessoas, que se conhecem e se confiam.

Grupos pequenos são mais fáceis de manter a confiança mútua, porém, eventuais prejuízos, que serão mais raros por ter poucas pessoas, quando ocorrerem, exigirão rateios com valores mais expressivos, se tornando na prática algo inviável para muitas pessoas. Por isso, é importante encontrar um meio termo entre a diluição dos prejuízos e confiança mútua. Nós estamos aqui para ajudar nessas escolhas, mas, em última instância, diluir mais ou menos os prejuízos é uma decisão de cada grupo, ao aceitar ou não novos participantes.

A Mutual.Life atua ativamente para identificar fraudes e comportamentos inadequados, tomando todas as ações cabíveis para coibir todo tipo de atividade que viole os termos que regem a associação dos membros do grupo de ajuda mútua. Além disso, também avaliamos os orçamentos dos reembolsos para avaliar se os mesmos estão dentro dos preços de mercado.

Contudo, por se tratar de um grupo de ajuda mútua, ainda que a Mutual.Life aponte que houve, por exemplo, imprudência por parte do participante, o grupo ainda é soberano para aprovar indenizações integrais ou parciais.

Ajuda mútua é diferente de seguro, pois a Mutual.Life não assume os ricos de prejuízos, provendo a plataforma e um conjunto de serviços que permitam aos participantes se associarem com simplicidade, sem burocracia, dentro da lei e com toda a segurança.

Entretanto, embora não haja uma obrigação de indenização equivalente ao seguro, o grupo sempre possui uma reserva obrigatória, capaz de cobrir alguns eventos. Essa reserva é a principal segurança dos participantes. Além disso, participantes que negarem indenizações, sem justificações plausíveis, podem ser denunciados, e serão avaliados pela Mutual.Life que, confirmando o fato, tomará as medidas cabíveis para coibir e punir os responsáveis.

Também avaliamos a possibilidade futura de contratarmos um resseguro para proteção dos grupos para proteção de situações atípicas, que gerem prejuízos simultâneos em vários membros, tornando inviável o pagamento de indenizações integrais a todos os envolvidos, pois os valores do rateio irão exceder os limites estabelecidos para o grupo.

Não. Apenas se quiser. Cada processo que espera aprovação do grupo tem um prazo para o grupo se manifestar. Quem não se manifestar explicitamente consentirá com a aprovação, seja da entrada de um novo participante ou seja da indenização de um prejuízo ocorrido.

Há muitos conceitos inovadores na proposta Mutual.Life e, como qualquer startup, passamos por uma fase de validar nossa visão e entender, com os próprios usuários, qual é a melhor forma de atendê-los. Por isso, todo o desenvolvimento da nossa plataforma se baseia no feedback dos nossos usuários early adopters.

Nosso objetivo é atender todo o Brasil e expandir para outros países da América Latina e do mundo. Mas, para darmos passos sólidos e diminuirmos nossa exposição ao risco, estamos trabalhando com grupos pilotos fechados. Logo, neste momento não estamos abertos a criação de novos grupos que não façam parte de nosso roadmap de validação. O perfil dos nossos usuários early adopters são pessoas que acreditam na proposta da Mutual.Life e desejam fazer parte de um grupo piloto para, principalmente, contribuir com ideias e sugestões para aperfeiçoar a plataforma. Mas, se você tem esse perfil e deseja se candidatar a um de nossos grupos piloto, faça o seu cadastro e teremos prazer em te manter informado, incluindo-o, assim que possível, no programa de early adopters - quero ser um early adopter.

As moedas digitais e a tecnologia Blockchain permitem que as partes transacionem entre si sem a necessidade de confiança umas nas outras, e sem a necessidade de uma autoridade central para garantir a operação. Além disso, permite um novo grau de transparência e antifraude. Para a Mutual.Life, essas tecnologias tem o potencial de dar segurança em grande escala para os recursos dos grupos, que não ficariam sob a custódia da Mutual.Life, e sim depositados nos smart contracts dos grupos, cujas regras determinam, de forma clara e inviolável, o que pode ser feito com os recursos.

Contudo, a tecnologia dos smart contracts ainda não está madura o suficiente para suportar um produto em operação como esse. Toda nova tecnologia passa por um período de amadurecimento e correção de falhas, e plataformas como Ethereum, Rootstock, Counterparty e outras ainda não estão suficientemente maduras para uma operação como essa.

Outro aspecto importante é que, ao formar um grupo de ajuda mútua, os recursos do grupo precisam ficar atrelados na forma de moeda digital (ou token) ao smart contract do grupo. E para não sofrer com as flutuações de preço, transações mais sofisticadas precisarão estar disponíveis para, por exemplo, o smart contract do grupo ser capaz de negociar com outro smart contract que faça hedge dos valores em um fundo de renda fixa ou algum ativo suficientemente seguro, sem que esses recursos sejam movimentados diretamente pela Mutual.Life.

Finalmente, um último aspecto não menos importante é que moedas digitais são tecnologias ainda muito pouco amigáveis. Para a Mutual.Life, todos esses conceitos precisam ser completamente transparentes para os usuários, que precisam ter meios de proteger suas chaves privadas e interagir com nossa plataforma sem precisar entender de Bitcoin, Blockchain ou chaves criptográficas assimétricas. Várias soluções estão sendo desenvolvidas, mas ainda carecemos de mais facilidade de uso para o público geral poder fazer parte desse tipo de solução.

Enfim, tudo isso é bastante técnico, mas o resumo é que a tecnologia Blockchain do Bitcoin permite que cada grupo gerencie seus recursos sem precisar confiar nem mesmo na própria Mutual.Life, o que é ótimo para eliminar diversos riscos de segurança que são muito caros de serem mitigados, e acabam encarecendo o serviço como um todo. Mas, por hora, estamos acompanhando a tecnologia, esperando que ela esteja num ponto de maturidade que permita sua aplicação real. Por isso nossos atuais grupos pilotos ainda não utilizam efetivamente tecnologia Blockchain, que é utilizada apenas em P&D, desenvolvendo provas de conceito e acompanhando o desenvolvimento das diversas soluções para estarmos prontos para adotá-la quando o momento apropriado chegar.